HANNETTE BONGINI:

Ela veio ao Brasil aos quatro anos. Gosta de esportes, participando de diversas competições, principalmente de basquete e natação. Em 2017 a sua média geral foi 9,1. Gosta de ler, de jogar jogos de mesa e brincar em família. Hoje é considerada a “mais brasileira” de todas, adequada ao modo de vida brasileiro.

HELOÏSE BONGINI:

Completou o ensino fundamental I na Itália, chegando ao Brasil aos 13 anos. Terminou os estudos básicos em 2013 com média geral de 7,7. Destacou-se no xadrez, representando o Estado de Sergipe em vários torneios nacionais (Goiania e Caruaru). Em 2015, ao visitar a Itália, com a irmã Hélène, fez um encontro inesquecível com o teólogo, escritor e artista Pe. Marko Ivan Rupnik, responsável pelo Centro Aletti e criador do logo do Ano da Misericórdia de 2016. Formada em Teologia pelo Centro Universitário Claretiano em agosto de 2019.

HÉLÈNE BONGINI:

Chegou ao Brasil aos 12 anos. Terminou o Ensino Fundamental I na Itália e os estudos básicos no Brasil em 2014 com média geral de 8,7. Destacou-se no xadrez, representando o Estado de Sergipe em torneios nacionais (Campinas, Belém, Brasilia). Atualmente estuda Fisioterapia e há dois anos e meio trabalha em uma empresa ítalo-brasileira como secretaria executiva.

HÈTEL BONGINI:

Chegou ao Brasil aos nove anos. Terminou os estudos básicos em 2017, com média final de 8,7. Participou de várias competições de voleibol, xadrez e natação. Atualmente estuda Psicologia.

SERGIO BONGINI:

Sergio com o bispo de Palmares (PE), Dom Henrique, em 2014.
Irmão mais velho de Bruno. Após estudos regulares se formou com nota máxima (e laudes) em Matemática e Física, superou imediatamente o concurso para ensinar no correspondente italiano Ensino Fundamental II, na cidade de Turim. Ao mesmo tempo frequentou a Escola Teológica Didaskalejon e após uma experiência de um ano na África e guiado por um Abade Benedetino, decidiu retirar-se para a ordem de clausura muito rígida dos Cartuxos na Casa-Mãe (Grande Chartreuse), na França, em 1990 mudando o seu nome em Serge-Marie. Após cerca de 10 anos foi ordenado Sacerdote e em 2005 é enviado na Argentina na Cartuxa de Córdoba como Mestre dos noviços. Após alguns anos, ao chamado de uma vida ainda mais reclusa, faz uma experiência de eremitismo puro, como os primeiros Padres do deserto. Primeiro na Argentina e atualmente na França, sempre no interior da ordem dos Cartuxos. Fala fluentemente: italiano, francês, espanhol, português e conhece hebraico, grego antigo e latim.